terça-feira, 12 de agosto de 2014
domingo, 4 de agosto de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Tempo, ações e reflexões!
Tempo mensurado
pela cronologia
Tempos de ações
nascer
aprender
agir
mudar
posicionar
......................
Mediante valores!
seus,
nossos.
Ações isoladas,
coletivas.
.......................
Reflexões!
imobilizam,
mobilizam,
neste tempo.
........................
Reações,
tuas e minhas.
.......................
Prosseguir!
Com o tempo.
..........................
Viver!
Tempo mensurado
pela cronologia
Tempos de ações
nascer
aprender
agir
mudar
posicionar
......................
Mediante valores!
seus,
nossos.
Ações isoladas,
coletivas.
.......................
Reflexões!
imobilizam,
mobilizam,
neste tempo.
........................
Reações,
tuas e minhas.
.......................
Prosseguir!
Com o tempo.
..........................
Viver!
domingo, 23 de junho de 2013
Hibernar e refletir !
Viver nos trópicos
Agir
Atuar
Nunca parar
..............
A pedra no caminho
....................
Transpõe-se!
O clima, o sol o vento
Nos levam
Para o amanhã
Te tiram do EU
Vamos!
Sem refletir.
..............
Hibernar?
Induz
.....................
É na REFLEXÃO
O que Sou?
E o que faço?
Para onde vou?
Para que?
Viver nos trópicos
Agir
Atuar
Nunca parar
..............
A pedra no caminho
....................
Transpõe-se!
O clima, o sol o vento
Nos levam
Para o amanhã
Te tiram do EU
Vamos!
Sem refletir.
..............
Hibernar?
Induz
.....................
É na REFLEXÃO
O que Sou?
E o que faço?
Para onde vou?
Para que?
sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Livro e
Você
Ao procurar por um livro
Tome o Evangelho
Não decodifique os códigos
Aguce todos os sentidos
Leia e
sinta!
Sinta o Mestre.
Quem realmente quer ensinar põe-se ao lado do
aprendiz
Assim Ele se fez: Humano
Confie e compreenderás
Vivenciarás com ELE cada exemplo
Por vezes não intuis algo que te ocorre
posteriormente?
.......................
O Mestre propôs: Arremessem as redes ao mar!
Tens teus protetores
...............................
O MESTRE era acompanhado por auxiliares siderais
.............................
Já ouvisse sonoridades de longa distância?
No SERMÃO DA MONTANHA
A voz sonora do MESTRE se fez ouvir a
distâncias
e quem a
ouviu, jamais esqueceu...
Recordas os afagos tácteis de mãos amorosas?
Acredite no toque de Mãos do Mestre
Naturalmente ocorria a Cura
Sabes hoje, que as Somatizações adoecem
MESTRE, O MESTRE conhece
Todos os sistemas deste corpo humano
E SABE
DESOBSTRUIR
CURAR
Prescrevia uma receita:
VAIS, E NÃO PEQUES MAIS!
Abra um livro...
Abra sua mente...
Leia nas entrelinhas...
Abra
evangelho...
Não leia o Mestre
VIVENCIE-O!
terça-feira, 7 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Crítica feminista, Cultura de massa e Biopolítica
Filme: O beijo da mulher aranha do diretor
Hector Babenco
Sabe-se
que a arte vai de encontro ao publico criando e recriando possiblidades à
sociedade muito aquém do que se pode imaginar. Não deixando porem de reler e
demonstrar criticar e impulsionar as massas a novos saberes e evidentemente
gerar lucros a grupos marcados nestes tempos da Industrial Cultural.
A literatura pode demonstrar uma
serie de sensibilidades e de praticas
discursivas, são ricamente apresentadas segundo a potência descritiva da
linguagem que cria, representa, transforma subjetividades tanto individuais
quanto coletivas.(CONFORTIM, P.46)
Vamos
à personagem Molina, e sua rica demonstração das subjetividades femininas das
últimas décadas.Sem sair do espaço, (cela) estilosamente desenrola as cenas que ocorrem em seus relatos construídos por seu imaginário,
que sabiamente refletem a construção da indústria cultural de um ideal
feminino. Molina faz da cela onde se encontra vários cenários fieis
a história reproduzindo o feminino perfeitamente. Um produto da indústria
cinematográfica.
Nem
mesmo o furor e a obsessão patriótica de seu companheiro de cela são capazes de
persuadir Molina de seu mundo subjetivo, que segue narrando e criando cenas de um ideal
feminino em filmes onde ela é o diretor, julgando-se dona de todos os poderes. Sua força é comprovada com a
rendição de seu companheiro embrutecido ao render-se a magia do seu poder
feminino, “Molina, homossexual”.
Molina
consciente das subjetividades, solicita um beijo de Valentim, neste momento
eles firmam um pacto. Molina sabe o que representa o beijo. “no mundo dos profissionais do sexo, o beijo
só o ocorre quando há o amor ou paixão, nos demais envolvimentos, somente o
sexo." Ao receber o beijo, nasce um valor real e retribui a prova. A
seu modo enfrenta a realidade e defende a causa de Valentim.
Curiosidade popular: O titulo do filme,” O
beijo da mulher aranha.” Contam os antigos,
que havia uns soldados fugindo de seu inimigos e
cansados entraram em uma gruta. Sabiamente não destruíram uma teia de
aranha que tinha na entrada. Os inimigos afoitos que em sua procura ao se depararem com a gruta e a teia intacta
descartaram a possibilidades dos soldados estarem ai. No Subjetivo coletivo,
aranha, teia, é proteção.
A moça tecelã de Marina Colasanti
Marina
Colasanti em seu conto a moça tecelã tece palavras sabiamente e transcende o poder preponderante do
discurso masculino. Ciente de que a literatura é um espaço da cultura feminina
insere sua voz com seu tecer. Seu conto
exerce um consolo e uma receita endereçada ao feminino agir
silenciosamente e assim superar os
obstáculos (machismo) e atingir seu objetivo.
Não
fugindo da herança cultural ela tece, ao tecer ela constrói sabiamente. Sabe-se
que neste período da história não cabia mais à mulher tecer e sim unir peças,
costurar. Costurar peças e peças por doze ou mais horas intermináveis sem nenhum
direito trabalhista.
Como
se lê, anteriormente ela insere sua voz no meio cultural vigente, ou seja o
imaginário feminino criado há muito pelo masculino. Um príncipe a ela uma
princesa.
Constata-se
sua submissão e a forte aliança com suas
companheiras, pois em nenhum momento ela tece seu eu, somente o que a mulher
poderia pretender, ter. Um homem, para representá-la. A atitude comum de todas as mulheres. Fielmente,
submissamente, desvenda a este homem seu segredo:
Seu
poder de tecer.
................................................................................
Segue tecendo e confidencia a todas revelando sua ambição. Depara-se com a
realidade e...
“Triunfosamente
compartilha, fiel ao seu publico. Ensina desdetecer na calada da noite. Conscientemente
sabe, que se o fizesse com a luz do dia, seria vencida.”
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