terça-feira, 7 de maio de 2013


CONCLUSÕES DO PESQUISADOR
 
 São tantos grifos!
Tantas regras!
Escrevem! Citam! Argumentam!
Leio-os, e compreendo.
Como reformular?
Reconceituar?
Pense em todos os pesquisadores???
Encontrei Rubem Alvez
Ciência e sapiência...
Sapiênsalvei-me!

terça-feira, 23 de abril de 2013




 Crítica feminista, Cultura de massa e Biopolítica 

 Filme: O beijo da mulher aranha do diretor Hector Babenco

Sabe-se que a arte vai de encontro ao publico criando e recriando possiblidades à sociedade muito aquém do que se pode imaginar. Não deixando porem de reler e demonstrar criticar e impulsionar as massas a novos saberes e evidentemente gerar lucros a grupos marcados nestes tempos da Industrial Cultural. 

A literatura pode demonstrar uma serie de sensibilidades e de       praticas discursivas, são ricamente apresentadas segundo a potência descritiva da linguagem que cria, representa, transforma subjetividades tanto individuais quanto coletivas.(CONFORTIM,  P.46)

Vamos à personagem Molina, e sua rica demonstração das subjetividades femininas das últimas décadas.Sem sair do espaço, (cela) estilosamente desenrola as cenas  que ocorrem  em seus relatos construídos por seu imaginário, que sabiamente refletem a construção da indústria cultural de um ideal feminino.  Molina  faz da cela onde se encontra vários cenários fieis a história reproduzindo o feminino perfeitamente. Um produto da indústria cinematográfica. 

Nem mesmo o furor e a obsessão patriótica de seu companheiro de cela são capazes de persuadir Molina de seu mundo subjetivo,  que  segue narrando e criando cenas de um ideal feminino em filmes onde ela é o diretor, julgando-se dona de  todos os poderes. Sua força é comprovada com a rendição de seu companheiro embrutecido ao render-se a magia do seu poder feminino,  “Molina, homossexual”.

Molina consciente das subjetividades, solicita um beijo de Valentim, neste momento eles firmam um pacto. Molina sabe o que representa o beijo. “no mundo dos profissionais do sexo, o beijo só o ocorre quando há o amor ou paixão, nos demais envolvimentos, somente o sexo." Ao receber o beijo, nasce um valor real e retribui a prova. A seu modo enfrenta a realidade e defende a causa de Valentim.

 Curiosidade popular: O titulo do filme,” O beijo da mulher aranha.” Contam os antigos,  que havia uns soldados fugindo de seu inimigos  e  cansados entraram em uma gruta. Sabiamente não destruíram uma teia de aranha que tinha na entrada. Os inimigos afoitos  que em sua procura  ao se depararem com a gruta e a teia intacta descartaram a possibilidades dos soldados estarem ai. No Subjetivo coletivo, aranha, teia,  é proteção.


    A moça tecelã de Marina Colasanti

Marina Colasanti em seu conto a moça tecelã tece palavras sabiamente  e transcende o poder preponderante do discurso masculino. Ciente de que a literatura é um espaço da cultura feminina insere sua voz com seu tecer.  Seu conto exerce um consolo e uma receita endereçada ao feminino agir silenciosamente  e assim superar os obstáculos (machismo) e atingir seu objetivo.

Não fugindo da herança cultural ela tece, ao tecer ela constrói sabiamente. Sabe-se que neste período da história não cabia mais à mulher tecer e sim unir peças, costurar. Costurar peças e peças por doze ou mais horas intermináveis sem nenhum direito trabalhista. 

Como se lê, anteriormente ela insere sua voz no meio cultural vigente, ou seja o imaginário feminino criado há muito pelo masculino. Um príncipe a ela uma princesa.

Constata-se sua submissão e a forte  aliança com suas companheiras, pois em nenhum momento ela tece seu eu, somente o que a mulher poderia pretender, ter. Um homem, para representá-la.  A atitude  comum de todas as mulheres. Fielmente, submissamente, desvenda a este homem seu segredo:

Seu poder de tecer.
................................................................................ Segue tecendo e confidencia a todas revelando sua ambição. Depara-se com a realidade e...
“Triunfosamente compartilha, fiel ao seu publico. Ensina desdetecer na calada da noite. Conscientemente sabe, que se o fizesse com a luz do dia, seria vencida.”

domingo, 20 de janeiro de 2013

Repensando...

Inato esse desejo de prover

está inscrito =  matilha

Racionalizando

Abolir é nescessário

É outro tempo...

Não a solidão do velho felino

Racionalizando...

Desfia-se o cordão do tempo

Infãncia

Adolescência

Maturidade

Maternidade

Produtividade

Companheirismo

Em todos os tempos predominou o prover

Abolir ...

Aprender à abolir...

Teceu-se uma trama em que prover, se fez vital

Racionalizando...

Vital é seguir sem prover...

..................................

É

Observar

Calar

Agradecer

Esperar

Compreender

Sentir

Escrever, é viver...


 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Um ano se vai!

Realizamos uma série de atividades

dentro de uma programção regida

pelas horas, dias,  semanas, meses e estações.

Cumpriu-se um cronograma denominado ano.

Por um breve período esquecemos as labutas

desfrutando das realizações em companhia

de familiares e amigos.


Revemos prós e contras

Gavetas, armários...

Desfazemos de inutilidaddes.


Trocamos de agenda.

Nela permanecem

Contatos imprescindívies.

Descartamos outros.

Incluimos.


Revemos metas, planos...

Projetos, sonhos...

Aspiramos e desejamos

Euforicamente  conquistas

Afinal com a etapa finda

é inato no humano

pensar no amanhã

Denominado:

Ano Novo!







domingo, 2 de dezembro de 2012

Identidade

Sou hoje o que aprendi
não apenas o que verbalizo
mas o que faço

Faço o que aprendi
com o mundo
que me cerca.

Observei o tempo
ele passa, eu fico
amanhece, anoitece
 fico ou passo?

Choro para saciar a fome
aconchego x segurança
Opções
Compreensão.

Sou do mundo das:
palavras
música
fólclore
midia.

Pertenço aos vales
aos montes, fontes
Sou o vento, a neve
a floresta e desertos
tudo está em mim
Como à tudo pertenço

Faço parte de grupos
Comungo saberes
alimentos
alegrias, tristezas
comemorações.

Ilusão?
Eu, e meu  eu
e, está busca constante?
por algo em mim
ou além de mim?

Não importa,
um dia será identica
ao prospecto
SER E TER
IDENTIDADE!















sábado, 10 de novembro de 2012

VERBO ORAR!

Deus Pai!

Que eu ore
        tu ore
        ele ore
que nós oremos
       vós oreis
       eles orem...

Agora e sempre!

Quando alegres bendizendo! !!
              tristes clamando.
              Acreditando,
              neste
                     f
                      i
                       o
                         t
                           e
                             n
                               u
                                  e
                         perene
                         sincero
                    que o espirito com FÉ
                         atinge

                   a velocidade da luz
                   a energia da luz!

           PRECE!  Bem precioso

           Verbo em  AÇÃO!
                          A
                            Ç
                              Ã
                            O!

                          


                           
                







terça-feira, 7 de agosto de 2012

Enigma!

Diante das máscaras
Detalhes
olho (pupila, expressão, brilho)
Procura-se
Sentir, decifrar...
O que sentes?
O que escondes?
Pra quê?

A vida é tão breve!
Nem tudo é aplauso
O ensaio, a tentativa e o esforço
Isso tudo é vida!

Na calada da noite,
Solidão...
e o imenso tormento
de vozes
externas e internas
Ecoando
Verdade!

E o ideal?
O sonho?
Mirar-se
No espelho, na límpidez dos olhos, na água da fonte, no céu infinito
No partilhar da gratidão
Sendo
bengala do idoso
sorriso da criança
apoio do jovem
afago do cão!

Pra quê?
o ENIGMA
da omissão!